Estranha fala que te oprime
Leva-o a desistência do hábito
de não permitir a liberdade dos outros
Acende a luz em outro plano.
A estranha fala que te oprime não é poesia
era a crença que por um instante
não houvessem falhas, não houvessem amores
não houvessem dores.
Escolhos, escolhas.
Escolhe a chave certa, com dentes de diamantes
não morgue.
encontre a porta, escolhes e libertarás
a ti e a todos. Arranca das entranhas o apêgo.
Saliva sativa, abre o cabernet
aprecia a graça das mulheres que passam.
Regressa
AAAcordAAA
Plaina com doçura as asperezas
que se formaram com a armadura
hoje desnecessária.
Fica no porto, pesca, mergulha
se perdeu a linha
agulha o peixe no ar.
Sorri pra criança que passa.
Sorri pra vida
abraça forte a prudência.
Sinta sua chance de vida.
Compreender isso é poesia
permeia tudo e a todos.
Tudo já foi escrito
nas estelas, no céu, nas cavernas
na alquimia, nos relatos de akasha.
Unos sí, otros no
Hace 1 hora.




1 comentarios:
Creio que és una persona rara
con las vienas poéticas afiadas
suspiros de Nadja de Breton,
que dança pelo campo ouvindo
New York de Lou Reed siente o frio da campina
entrar pelo zigoma. Com el tango oxidado
trava la luta com todos empecilhos domésticos
retira de su mente outras imagens pixells
poieisis temprano la paz de los dias melhores.
Publicar un comentario